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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Oficina de Alquimia Espagírica




Curso 100% prático e online onde você será fundamentado nas práticas alquímicas espagíricas


Facebook
Para que você possa interagir e compartilhar com outros alunos.


Módulo 1
Apresentação, Instruções, Espagiria, o Laboratório espagírico.


Módulo 2
Apresentação das principais vidrarias e sua utilização.


Módulo 3
Principais Metais, Porcelanas e sua utilização.


Módulo 4
Os principais utensílios e equipamentos utilizados em Laboratório.


Módulo 5
Operações: Apresentação e conceituação das principais operações espagíricas.


Módulo 6
Práticas para fixar todo o conhecimento dos módulos anteriores.


Módulo 7
Bônus: Neste módulo será disponibilizado diversos materiais para download.


Estudantes de Alquimia Espagírica
Para Terapeutas Holísticos
Para Aromaterapeutas
Para os que desejam produzir remédios naturais
Para quem deseja montar seu próprio laboratório
Para quem deseja trabalhar com Óleos Essenciais
Algumas imagens da Oficina





Desde as suas origens e durante um longo período, a destilação está ligada à preparação de poderosas "águas" e à obtenção da "pedra filosofal", do maravilhoso "elixir" que promove a cura de todas as doenças dos metais e dos Homens.

  

Melito






Oleolito




Óleos Essenciais



Tintura Espagírica




Água Aromática Destilada




Destilado Alcoólico



Entre outras coisas...





Duração
São necessários menos de 30 dias para assimilar todo o conteúdo. Para colocar em prática todo o conhecimento das aulas, 1 ano, aproximadamente.

Horários
Cada aluno(a) faz o seu próprio horário. Você assiste as aulas no dia e horário que lhe sejam mais convenientes, quantas vezes desejar.

Gastos
Você não é obrigado a adquirir todos os equipamentos de uma única vez. Poderá adquiri-los conforme o seu orçamento e na loja de sua escolha.

Dúvidas
Você terá acesso direto ao Orientador da Oficina. E, também, ao Grupo do Facebook, formado por alunos da Oficina.

Sobre o Orientador da Oficina
Daniel Fidélis
Criador do blog Alquimia Operativa e Fundador da Irmandade Hermética da Sagrada Arte, IHSA. Desenvolve estudos sobre Alquimia, Numerologia Cabalística, Radiestesia e Oráculos em geral. Dedica-se ao Esoterismo há mais de 20 anos.

  


Antes de inscrever-se em nossa Oficina de Alquimia Espagírica, leia com bastante atenção aos requisitos abaixo. 
Confirme sua inscrição somente após certificar-se de que atende a todos eles. Pois, a nossa Arte é dispendiosa e requer tempo para dedicação.

Sou maior de 18 anos

Não terei nenhum tipo de conflito no lar decorrente das práticas desta Oficina

Estou ciente de que não poderei compartilhar o material de estudo privativo desta Oficina

Estou ciente a respeito da aquisição dos equipamentos e acessórios necessários às práticas e que podem ser adquiridos gradativamente, conforme o meu orçamento

Estou ciente de que não poderei compartilhar o acesso às aulas

Não é necessário conhecimentos de Química. Tudo que você precisa saber, para praticar a Arte com segurança e qualidade, será transmitido na Oficina.


Q.Quais os dias e horários das aulas?
A.Você poderá assistir as aulas no dia e horário que lhe for mais conveniente, quantas vezes desejar.

Q.Por quanto tempo terei acesso às aulas?
A.2 anos. Se necessitar de um período maior, poderá solicitar (gratuitamente) a renovação deste prazo (sujeito à aprovação).

Q.Quanto terei de investir na aquisição de equipamentos?
A.Isto vai depender do seu objetivo. Se, por exemplo, for apenas extração de óleos essenciais, basta um destilador e algumas vidrarias. Se pretende realizar todas as práticas, precisará de mais equipamentos. A maioria das vidrarias e acessórios custam entre R$30 e R$300. Alguns equipamentos, custam mais caro. Mas, poderão ser adquiridos gradativamente e de forma parcelada. Nenhum deles custa mais caro que um eletrodoméstico que todos possuem em casa. Portanto, é uma questão do que é importante para você.

Q.Posso realizar as operações dentro de casa?
A.Sim. Cada um utiliza o espaço que tem. A única exceção é com relação às calcinações, pois desprendem muita fumaça. Devem ser realizadas em local aberto. Quem mora em condomínio, pode utilizar a churrasqueira da área de lazer.



sexta-feira, 6 de março de 2015

5 elementos da felicidade para C. G. Jung

por Professor Felipe de Souza | Curso Jung, Dicas Práticas, Livros

Olá amigos!
Hoje gostaria de conversar com vocês sobre um tema bem interessante. Encontrei uma citação do Jung na qual ele fala sobre que ele acredita ser necessário para ser feliz. A citação dizia:


“Em 1960, o jornalista Gordon Young perguntou a Jung, “O que você considera ser mais ou menos os básicos fatores que fazem a felicidade na mente humana ? ”
Jung respondeu com cinco elementos :
1. Boa saúde física e mental;
2 . Boas relações pessoais e íntimas , como os do casamento, da família e amizades;
3. A faculdade de perceber a beleza na arte e na natureza;
4 . Padrões de vida razoáveis e trabalho satisfatório;
5 . Um ponto de vista filosófico ou religioso capaz de lidar com sucesso com as vicissitudes da vida.
Jung, sempre consciente do paradoxo, acrescentou: “Todos os fatores que são geralmente assumidos para fazer a felicidade pode, em determinadas circunstâncias , produzir o contrário. Não importa como ideal a sua situação possa ser, ela não garante necessariamente a felicidade”.

1. Boa saúde física e mental

Evidente que é mil vez melhor estar saudável fisicamente do que doente. Estar doente, nem que seja com um resfriado, afeta o nosso estado psíquico e podemos passar a sentir como se estivéssemos amuados, tristes, macambúzios. Entretanto, doenças crônicas não impedem de todo a felicidade. Nem mesmo doenças mentais específicas trarão a infelicidade de uma vez por todas.
Mas de fato, uma boa saúde física e mental ajuda em muito. Portanto, se a busca que você empreende nesta vida é a busca pela felicidade, procure lembrar-se do lema “mente sã em um corpo são” (mens sana in corpore sano). Cuide de seu corpo e não deixe de cuidar de sua saúde mental (emoções, sentimentos, pensamentos, motivações, etc).

2. Boas relações pessoais e íntimas

Em um texto que provocou reações acaloradas aqui no site, algumas pessoas defensoras da misantropia, afirmaram que a sociedade não tem mais jeito. Que as pessoas são más. Que não vale a pena o esforço de criar relações sociais agradáveis e positivas.
Evidente que precisamos de momentos de solitude. Aqui explico a diferença entre solidão e solitude.
Podemos discordar de políticas econômicas, do rumo de certas questões éticas ou morais, porém, viver totalmente isolado das pessoas não parece uma decisão sensata se a busca é a felicidade.
Esses dias vi um documentário de presidiários nos EUA que são obrigados a ficar em uma cela por anos, totalmente isolados. Em seus olhares, nota-se claramente uma profunda tristeza, que é a tristeza de não ter quem ouvir e não ser ouvido.
Claro que o objetivo deste ponto não é ter um milhão de amigos íntimos. Poucos, raros, como dizia Drummond em seu poema de sete faces, são suficientes para aumentar o nosso nível de felicidade.

3. A faculdade de perceber a beleza na arte e na natureza

Platão dizia que o princípio da filosofia (o amor à sabedoria) era Thaumazein – θαυμάζειν. Admiração, espanto, perplexidade. Embora exista muita controvérsia quanto ao significado deste conceito, ele nos é útil aqui para pensarmos a respeito da nossa capacidade de perceber a beleza natural e artística.
Por exemplo, se você olha um filhotinho de elefante – ou um animal de preferência – não há como não se comover. Não há como não se espantar pelo fato de a matéria ter vida… observar um pôr-do-sol, o nascer do sol, as estrelas… do mesmo modo que observar um Renoir, um Rembrandt, um Monet!
Desenvolver este lado de admiração pela beleza e espanto pela vida se relaciona com a felicidade porque no fundo também estamos agradecendo por esta beleza, além do fato de que desperta a vontade de entender melhor o sentido (ver elemento 5).

4 . Padrões de vida razoáveis e trabalho satisfatório

Pesquisas apontam que não existe realmente uma relação direta entre dinheiro e felicidade. Mas isso não implica que viver uma vida miserável é idêntica a viver uma vida feliz. Não ter o que comer, não ter onde dormir, não ter acesso à condições mínimas de vida implica sim em um sentimento de infelicidade.
O que as pesquisas apontam é que, a partir de um certo limite, a relação dinheiro e felicidade se equilibra. Ou seja, subir de 5 mil por mês para ganhar 50 mil ou 500 mil não aumenta proporcionalmente a sensação de felicidade diária.
O outro ponto é o trabalho satisfatório. Jung frequentemente fala em seus textos da importância de ter um trabalho. Um trabalho cotidiano pelo qual o sujeito se sinta responsável e sinta que está contribuindo com a sociedade. É um ponto importante em sua psicoterapia.

5. Um ponto de vista filosófico ou religioso capaz de lidar com sucesso com as vicissitudes da vida

Talvez este seja o elemento mais controverso. Jung é muitas vezes tido como um místico. Porém, é fácil de entender o que ele quer dizer quando aponta a necessidade de se ter um ponto de vista filosófico ou religioso para lidar com as intempéries da vida.
Em outras palavras, não é preciso ser religioso. Não é preciso ir até uma instituição religiosa. Mas é necessário, ao menos, ter e compreender os próprios pressupostos filosóficos. Ou seja, qual o sentido de estarmos aqui? Qual o sentido de haver sofrimento? Dor? Como lidar com a morte?
Todas estas – e outras questões – são importantes. Pode ser que passemos anos ou até décadas sem refletir muito sobre tais questões. Contudo, mais cedo ou mais tarde vamos ter que refletir e pensar sobre tudo isso.

Conclusão

E como entender o fato de Jung dizer o contrário ao final da pergunta? Por qual motivo ele diz:
“Todos os fatores que são geralmente assumidos para fazer a felicidade pode, em determinadas circunstâncias, produzir o contrário. Não importa como ideal a sua situação possa ser, ela não garante necessariamente a felicidade”.
Ele diz isso porque um dos princípios mais fortes em sua psicologia é o conceito de enantiodromia, que vem desde Heráclito. Em poucas palavras, podemos dizer que a enantiodromia é a tendência psíquica da transformação dos opostos. Quando vamos muito para uma direção, há uma tendência na direção oposta. É o que ele também nomeia como compensação do inconsciente.
No Seminário sobre Psicologia Analítica, ele fala: “O inconsciente do homem, como eu disse, forma imagens de pessoas perfeitas; mas, quando o homem procura realizar estes tipos de herói, desperta no inconsciente uma outra tendência, [uma tendência], a tentar destruir a imagem. Assim surge a mãe terrível, o dragão devorador; os perigos do renascimento etc” (JUNG).
Por isso, quaisquer dos 5 elementos citados no texto podem – se levados a um extremo – produzirem um efeito contrário ao pretendido. Por exemplo, ter relações íntimas é, como vimos, um elemento para se encontrar a felicidade. Porém, ir ao extremo e depender de uma outra pessoa para ser feliz só vai causar infelicidade.
Dúvidas, sugestões, críticas e comentários, por favor, escreva abaixo!

Versículo do Dia - 1 Pedro 4:16

Contudo, se sofre como cristão, não se envergonhe, mas glorifique a Deus por meio desse nome.
1 Pedro 4:16 NVI

quarta-feira, 4 de março de 2015

Como fazer um amuleto da sorte

por Bruno J. Gimenes




O tema sorte intriga a humanidade desde seus primórdios quando o homem tentava
entender seu papel no mundo e entender as leis universais. Desde os primeiros
rituais préhistóricos,
sempre tentamos compreender os mecanismos que regem a
natureza, a nossa relação com ela e os motivos da nossa existência. Os elementos
da natureza sempre estiveram presentes nesses rituais de invocação das forças
naturais, deuses e seres espirituais, na tentativa de resolver os problemas mais
simples até as curas mais milagrosas.
Através dos cristais, plantas, ervas, cores, animais, fogo, terra, água e ar, o homem sempre tentou estabelecer
um elo de comunicação com o Grande Criador. Com o passar dos séculos e até os dias de hoje, mesmo com a
ciência avançada e a tecnologia desenvolvida, ainda assim, existem muitos mistérios que envolvem a magia, os
amuletos, e a nossa conexão com o plano espiritual. Em filmes, lendas e documentos históricos, vemos que
quando alguém se despede, costuma levar consigo algum objeto do ser amado, como se fosse um amuleto de
proteção que vai lhe dar energia e força nos momentos de dores e dificuldades.
Você sabe a diferença entre amuleto e talismã?
Os amuletos geralmente são objetos consagrados, energizados ou benzidos com uma força mágica, capazes de
trazer proteção a quem o utiliza. Normalmente, os amuletos são medalhas vinculadas a alguma filosofia religiosa,
como medalhinhas de santos e beatos. Já o talismã é um objeto, que pode ser uma taça, uma espada, ou
também uma medalha, energizados com magia, a fim de trazer ao usuário a realização de suas metas e
objetivos. É uma força extra de realização. Usados desde os primórdios da humanidade, os amuletos e talismãs
trazem resultados positivos e atravessaram os séculos até os tempos atuais.
Como atrair sorte
Como diz o guru internacional Anthony Robbins, “a sorte é o encontro do preparo com a oportunidade”. Quem
deseja ter sorte, deve estar preparado para ela. Aquilo que costumamos chamar de sorte, é uma sintonia
energética com a nossa matriz original. Na essência energética do ser humano, existem os sentimentos de amor,
criatividade, harmonia, luz, altruísmo, gentileza, alegria, discernimento, espiritualidade. Essas são as virtudes
que nos compõem.
Quando começamos a nos desviar desse caminho natural de luz e escolhemos pelos sentimentos densos,
negativos, como raiva, stress, controle, preocupação, ansiedade, nervosismo, arrependimento, tristeza, culpa e
tantos outros, nos desviamos do caminho de sorte e começamos a atrair cada vez mais estes sentimentos
negativos. Atualmente, com a física quântica, já existe a comprovação científica de que somos aquilo que
pensamos.
Sorte e Azar
Observe as pessoas que você considera sortudas: são sorridentes, alegres, simpáticas, gentis, solícitas,
contentes. Normalmente, essas pessoas são gratas, têm o costume de rezar, gostam de ajudar quem está ao seu
redor e quase não percebem as dificuldades, pois possuem uma incrível força interior que prioriza as soluções.
Os sortudos vibram pelas outras pessoas. Admiram o sucesso dos outros.
Agora, pense nas pessoas que você considera azaradas: vivem em um mar de reclamação, estão sempre
descontentes, infelizes, só enxergam os problemas e raramente enxergam as soluções. São maledicentes e
invejosos. Desperdiçam seu tempo falando e controlando a vida alheia. A lei da atração diz que atraímos mais
daquilo que temos dentro de nós. Portanto, como está o seu recheio? O que você tem dentro? Sentimentos bons
ou ruins? Pensamentos bons ou ruins? Para atrair sorte, existe um caminho muito simples: pense e viva
sentimentos bons e altruístas, que sua sorte virá. Quando estamos preparados, as oportunidades vêm, e para isso
liberte seu coração e sua alma das mágoas do passado. Perdoe. E visualize um futuro incrível, focando apenas
nos seus sonhos, como se eles já estivessem realizados.
Amuleto da sorte
A Fitoenergética estuda a energia das plantas e suas aplicações no campo energético humano, com o objetivo de
abastecer a energia que perdemos durante o dia a dia, devido ao stress e às atribuições do mundo moderno. As
plantas têm o poder oculto de repor a energia perdida em nossos chacras (centros de energia do corpo humano
que abastecem as glândulas endócrinas principais), desde que os tratamentos sejam equilibrados e montados
adequadamente, de acordo com sua polaridade e caráter energético.
Aqui vou lhe mostrar como construir um amuleto/talismã que vai lhe trazer equilíbrio energético, através da
interação da energia das plantas com os centros energéticos do seu corpo. Com este equilíbrio, seus
pensamentos, sentimentos e emoções estarão equalizados e sintonizados em uma energia espiritual elevada, o
que consequentemente vai atrair muita sorte. Para montar este amuleto é muito simples.
Você vai precisar de:
1
pedaço de tecido (15 cm X 15 cm) com uma das cores do arcoíris
(vermelho, laranja, amarelo, verde, azul,
azul índigo, violeta, branco ou rosa) ou estampa floral; Evite preto, marrom e estampas com caveiras, monstros,
zumbis, vampiros etc…

Chegou a hora de a democracia ganhar uma ajudinha tecnológica

Por Newsfeed Jornal do Empreendedor em terça-feira, 3 de março de 2015

É muito bom quando alguém faz uma pergunta que te deixa intrigado. Melhor ainda quando você não tem a resposta. Pensar é um baita exercício para o cérebro. Por isso que fiquei bem contente quando cheguei ao final desse vídeo do TED sobre “Como atualizar a democracia para a era da internet”. Infelizmente, o vídeo está em inglês.

GIZ DEBATE: O que pode ser efeito para avançar a tecnologia e a inovação no Brasil?

NOSSAS PROPOSTAS: As ideias do Gizmodo para um Brasil inovador

Mas dá para resumi-lo assim: por que a gente continua usando os mesmos sistemas  de participação e votação do século 18 para as democracias do século 21? Essa é a pergunta que a argentina Pia Mancini faz no vídeo. É uma pergunta que faz a gente coçar a cabeça.

Em outubro, na loucura das eleições presidenciais, escrevi um texto aqui no Gizmodo sobre como são as eleições em outros países. Basicamente, boa parte do mundo não anda muito feliz com a forma como está sendo governada e como escolhe seus representantes. Faz sentido. O mundo evoluiu um bocado – e ficou ainda mais complicado. É muito difícil aproximar a sociedade das infames “instâncias de poder”.

Hoje, basicamente, nos limitamos a acompanhar nossos representantes nas redes sociais (quando eles usam) ou a usar os sites do Legislativo, do Executivo e do Judiciário (quando eles têm uma interface amigável para qualquer brasileirinho). A urna eletrônica teve seu valor – embora seja insuficiente, bastante insuficiente. O que Pia Mancini propõe é usar as redes para tornar cada representante mais responsável pelas decisões que toma. É como se cada representante virasse um canal DE VERDADE entre você e o poder.

É claro que isso é melhor dito do que feito. É preciso que as pessoas se interessem e que a tecnologia seja simples de usar.

Por isso que fiquei feliz quando recebi um email hoje sobre a plataforma virtual  #EuVoto.  O objetivo é permitir que os moradores de São Paulo registrem suas opiniões sobre os projetos de lei na Câmara Municipal. Cada um pode dizer “Sim”, “Não” ou abstenção para os projetos que estiverem na plataforma. Ariel Kogan, coordenador do projeto, explica:

“As diversas manifestações nos últimos anos no Brasil e no mundo mostram que é preciso implantar e promover processos inéditos no legislativo municipal brasileiro. Isso pode provocar um avanço importante para os mecanismos de consulta cidadã, tomada de decisões e construção de diálogo mais amplo”, explica.
Ariel promete que a plataforma será simples e que, mesmo em fase de teste, será possível votar pelo celular, tablet ou computador pelo site EuVoto.org.

O projeto é apoiado pela Open Knowledge Brasil e pela Fundação Avina. O software utilizado pela plataforma é o DemocraciaOS, criado na Argentina, e já presente em cidades do vizinho, do México, da Ucrânia, da Finlândia, da Espanha e dos Estados Unidos. E adivinha por quem ele foi criado? Sim, pela Pia Mancini, do começo do texto.

“Numa era em que uma nova tecnologia da informação nos permite participar de forma global em qualquer debate, nossos obstáculos de informação são totalmente minimizados, e podemos, mais do que nunca, expressar nossos desejos e nossas preocupações.Nosso sistema político continua o mesmo de 200 anos atrás, e espera-se que fiquemos satisfeitos por sermos simplesmente ouvintes passivos de um monólogo”, explicou Pia. “Para mim, parece que o slogan do século 18, que foi a base da formação de nossas democracias modernas, “nenhuma tributação sem representação”, hoje pode ser atualizado para “nenhuma representação sem debate”.
É fácil? Claro que não. Ainda é suficiente? Longe disso. Mas uma hora isso tem de começar – e tem de crescer. Se você conhece alguma iniciativa bacana sobre democracia e tecnologia, me avise lá no Twitter. Estou lá como @leandrobeguoci



Foto: Divulgação. É uma imagem de como o Ministério da Defesa ajuda a levar urna eletrônica para tudo quanto é região do país durante as eleições

O post Chegou a hora de a democracia ganhar uma ajudinha tecnológica apareceu primeiro em Gizmodo Brasil.

Sentimentos e Emoções para Adler: raiva, tristeza e alegria

por Professor Felipe de Souza | Curso Grátis, Psicologia

Olá amigos!
Estamos chegando ao final do nosso Curso Grátis sobre a obra de Adler, A Ciência da Natureza Humana. Na última lição, vamos falar sobre sentimentos e emoções. Como viemos falando ao longo do Curso, encontramos alguns princípios fundamentais na Psicologia Individual.
Em primeiro lugar, Adler defende que todos nascem e crescem na primeira e segunda infância dependendo do cuidado e atenção de outras pessoas. Isso cria no psiquismo um sentimento de inferioridade, que pode ser compensado de maneira positiva ou negativa, de acordo com as tendências de cada indivíduo e das respostas que obtém do ambiente em que vive.
A partir das respostas, cria-se o caráter: um tipo de padrão de comportamento que tende a se repetir no futuro. Por exemplo, alguém que tenha feito birra e ficado triste por não conseguir alguma coisa dos pais, pode passar a aprender que ao chorar e ficar triste conquista mais atenção, carinho ou o que quer que for que esteja querendo.
Ao aprender, portanto, que a tristeza lhe é positiva (o que chamamos de ganho secundário na psicanálise), há a tendência de se repetir o procedimento ao longo da vida.
Definição de Emoção e Sentimento
Adler define do seguinte modo: “a afetividade e a emoção são estados intensos daquilo a que chamamos traços de caráter (…) Podemos denominá-los manifestações psíquicas limitadas no tempo. Os estados afetivos – as paixões – não são fenômenos misteriosos que desafiam a interpretação; sobrevêm sempre que são apropriados a dado estilo da vida e a predeterminado padrão de procedimento do indivíduo. Seus objetivos são modificar a situação do indivíduo em que ocorreram para o seu benefício. São os intensos e veementes movimentos de alma de um indivíduo que perdeu outros meios de atingir a meta, ou que perdeu a fé em outras possibilidades de atingi-la” (ADLER, 1961, p. 255).
A definição coloca que os sentimentos e emoções (os afetos ou paixões) surgem em momentos em que outras vias foram esgotadas. Quando alguém pede para um funcionário realizar determinada ação e não é correspondido e tem um ataque de raiva (cólera), está fazendo uso de um meio, quando o meio anterior – o pedido – não foi atendido.
Podemos notar as emoções e os afetos através das modificações fisiológicas visíveis:  “os fenômenos fisiológicos que acompanham a manifestação das paixões e emoções, são indicados por várias alterações nos vasos sanguíneos e no aparelho respiratório, como se nota pelo rubor, a palidez e a aceleração do pulso e dos movimentos respiratórios” (ADLER, 1961, p. 256).
Atualmente, conseguimos também observar o que acontece no corpo de um indivíduo através das modernas técnicas de neuroimagem.
Depois da definição, Adler escolhe algumas das principais emoções humanas para o debate:
A cólera (raiva)
E começa com a cólera ou raiva: “a cólera é um estado afetivo, ou uma paixão, que constitui a verdadeira súmula da luta pelo poder e dominação” (ADLER, 1961, p. 256).
A ideia é que a cólera sobrevém quando o senso de poder de um sujeito é ferido. Se uma pessoa que tem em si forte o desejo de superioridade vai até um restaurante e ao fazer o seu pedido não é escutado ou se a ordem demora para ser anotada, pode ter uma acesso de cólera. Seria como se a pessoa dissesse: “Como você ousa demorar para me atender?“
Se a cólera e a raiva forem constantes na vida, a pessoa então transparece sempre estar em conflito com o mundo. Afinal, no cotidiano é inevitável o surgimento de contrariedades e problemas. Quando isso ou aquilo ou aquilo outro acontece, a pessoa explode. E surge o mesmo tipo de pensamento: “Quem é você para me afrontar e não fazer o que eu quero que seja feito?”
Por isso, Adler diz: “a paixão da cólera significa a negação quase absoluta do senso de sociabilidade” (ADLER, 1961, p. 258). A lógica consiste no fato de que o senso de sociabilidade se sustenta no respeito e empatia pelo outro. Em ver não só o próprio umbigo como também perceber as necessidades e desejos alheios.
Adler também escreve: “nenhum homem consciente de suas próprias forças tem necessidade de se exibir em atitudes agressivas e violentas. Nunca devemos olvidar esse fato” (ADLER, 1961, p. 258).
E, por fim, menciona a relação da raiva e da cólera com o uso e abuso do álcool:


“O álcool é um dos mais importantes fatores para facilitar a manifestação da cólera. Basta pequena quantidade, às vezes, para produzir este efeito. É bem sabido que a ação do álcool amortece ou suprime as inibições da civilização. Um ébrio procede como se nunca tivesse sido civilizado. Perde o domínio de si e a consideração pelos outros. O alcoólatra, quando não está embriagado, consegue às custas de grandes esforços ocultar sua hostilidade pelo gênero humano e inibir suas tendências antagonistas. Apenas se ache sob a ação da bebida, aparece seu verdadeiro caráter. Não se trata de uma circunstância casual o fato de serem os indivíduos que não estão em harmonia com a vida os primeiros a habituar-se ao álcool. Esses indivíduos encontram na bebida uma certa consolação e esquecimento, assim como uma desculpa para o fato de não terem atingido seus objetivos” (ADLER, 1961, p. 259).
A tristeza
A tristeza, conforme já mencionei no início, também está relacionada com as contrariedades naturais da vida. É um modo de reação parecida com a cólera (na finalidade de querer dominar o ambiente). Segundo Adler: “A paixão da tristeza se manifesta quando alguém não se consola de uma perda ou privação. A tristeza, assim como outras paixões, é uma compensação de um sentimento de desprazer ou fraqueza, e importa na tentativa para conseguir melhor situação. A este respeito, é igual a uma explosão de cólera” (ADLER, 1961, p. 259).
Mais a frente, o criador da Psicologia Individual complementa: “na cólera, um indivíduo procura elevar sua autoestima e rebaixar a do seu contrário. Sua fúria é dirigida contra um opositor. A tristeza se equipara a um esquivar-se da frente psíquica de combate; depois de ter assim desertado, o indivíduo, por meio da tristeza, consegue sua elevação e satisfação pessoais” (ADLER, 1961, p. 260).
A metáfora aqui é dos tipos de reações instintivos: lutar ou fugir. A luta estaria ligada à raiva e à cólera, enquanto a fuga estaria relacionada à tristeza. Porém, é preciso lembrar que a tristeza, apesar de ser um esquivar-se, talvez consiga um benefício para o sujeito. Assim, “quanto mais o queixoso exige e consegue de seu ambiente para consolo da sua tristeza, tanto mais transparente se torna o seu poder” (ADLER, 1961, p. 260).
Em outras palavras, a tristeza – e no seu extremo de depressão – esconde em seu fundamento a finalidade de um desejo de superioridade.
Por exemplo, em um relacionamento amoroso, após uma briga, a pessoa se afasta e passa dias chorando. Diz até que pretende acabar com a própria vida. Se a outra pessoa se comove e a consola, sem querer está reforçando uma atitude, na qual a tristeza, o choro, a ameaça de acabar com a própria vida é tão somente um desejo de controlar a relação e obter do outro o que se quer.
No sub-capítulo, “O abuso das emoções”, Adler escreve: “quando uma criança aprendeu que pode tiranizar o seu ambiente por meio da cólera, da tristeza, ou do pranto, despertados pela sensação de ser desprezada, ela recorrerá repetidamente a esse meio de dominação (ADLER, 1961, p. 260). Deste modo cria um padrão de procedimento, uma típica resposta emocional que tende a ser reproduzida diversas vezes ao longo da vida.
Como conclusão sobre a tristeza e a cólera, ele diz: “apesar de provocar em vários graus a nossa simpatia, a cólera e a tristeza não deixam de ser emoções dissociativas ou desagregadoras. Não servem para incentivar a aproximação humana” (ADLER, 1961, p. 262).
Ou seja, enquanto existem outras emoções associativas (que promovem a associação com os demais), estes dois tipos de emoção são dissociativos, afastam quem os tiver da sociedade.
Sentimentos associativos
Como exemplo de um sentimento associativo, Adler menciona a alegria:
“A alegria é a emoção ou sentimento que mais intensamente suprime as distâncias entre os homens. A alegria não tolera o isolamento. Nas pessoas que gostam de brincar juntas, de ficar reunidas ou de fruir em comum algum prazer, produzem-se manifestações de felicidade que se exprimem com o procurar-se a companhia de outrem, com abraços amistosos etc. Essa atitude é associativa. Equivale, por assim dizer, a estender-se a mão a um semelhante. Parece que se dá certa irradiação de cordialidade entre uma pessoa e outra. Todos os elementos congregadores se acham presentes neste sentimento” (ADLER, 1961, p. 265).
Conclusão
Chegamos aqui ao final do nosso Curso de Introdução à Psicologia Individual de Adler. Na medida em que a obra deste autor é pouquissimamente estudada mesmo nas faculdades de Psicologia, o nosso objetivo foi apresentar alguns dos principais conceitos, tomando por base o seu livro A Ciência da Natureza Humana, um dos raros livros dele que foram traduzidos para o português.
Esperamos assim ter contribuído com a divulgação da Psicologia Individual e ter despertado o interesse para maiores aprofundamentos nesta abordagem.
Até o próximo Curso!

Panorama da Bíblia - Êxodo‏

Série de Estudos Panorama da Bíblia - Êxodo


“O SENHOR com mão forte nos tirou da casa da servidão” – Êxodo 13.14.



A palavra Êxodo

No texto original hebraico, os cinco livros de Moisés não têm denominação; servem de título as suas primeiras palavras. Assim o segundo livro da Bíblia é designado sob a epígrafe: "São estes os nomes" (1:1).


A palavra êxodo vem do grego "êxodos", que significa "saída" ou "partida". Tirada de Êxodo 19:1, ela aparece pela primeira vez como título do livro na versão grega dos Setenta (3º século A.C.). Encontramos esse termo em Lucas 9:31, quando, no monte da transfiguração, o Senhor Jesus conversava com Moisés e Elias sobre a Sua "partida", que ia realizar-se em Jerusalém, seja Sua ressurreição e ascensão.


A expressão "êxodo" resume, pois, admirávelmente a mensagem desse livro, descrevendo a partida vitoriosa do povo de Israel, libertado do Egito pelo poder do Seu Redentor.




O autor de Êxodo

É no Êxodo que aparece a primeira menção de livro do Senhor (Êxodo 17:14), isto é, a Revelação divina em estado embrionário, redigida em rolos de papiro. Moisés é encarregado de registrar nele a narração dos principais acontecimentos, continuando assim uma tarefa anteriormente começada.


Instruído em toda a sabedoria dos egípcios (Atos 7:22), depois genro do sacerdote de Midiã, Moisés era particularmente credenciado para ser o primeiro escritor sagrado, ainda mais por ter vivido quarenta anos na península do Sinai, berço do alfabeto. Depois de ter sido impulsionado pelo Espírito a escrever o Gênesis (confira 2 Pedro 1:21), ele continuou a assumir essa função sob a inspiração de Deus, através de sua carreira de legislador (confira Êxodo 24:4), e até o fim de sua peregrinação terrestre (confira Deuteronômio 31:24).




Mensagem do Êxodo

Deus intervém em favor de Israel, Seu povo oprimido, para livrá-lo miraculosamente da mão de Faraó. Por causa da oposição persistente de seu rei, o Egito foi assolado por dez pragas sucessivas, marcando a última o ponto culminante do castigo divino: a morte do primogênito de todas as famílias.


Mas ao mesmo tempo que o braço do Senhor se estende contra o Egito, Sua mão de graça segura Israel para livrá-lo desse castigo, resgatando-o com o sangue do cordeiro. E a seguir o conduz através do Mar Vermelho e pelo deserto do Sinai. Foi, pois, no mais glorioso dos livramentos, que a vida nacional do povo eleito teve início e se desenvolveu.



O tema do Êxodo

Uma palavra resume o ensinamento desse livro, tão rico em instruções para nós: Redenção. Deus agiu efetivamente para com Israel como Redentor; libertou o povo de um poder inimigo, colocou-o sob a proteção do sangue expiatório do cordeiro pascal, dirigiu-o passo a passo, de etapa em etapa, proveu miraculosamente a todas as suas necessidades, comunicou-lhe as instruções apropriadas para a sua marcha pelo deserto.


Que maravilhosa imagem da experiência do redimido! Jesus Cristo é o nosso Redentor: livra-nos do poder de Satanás; salva-nos por Seu sangue expiatório, e conduz-nos por um cami­nho seguro, provendo-nos sempre do alimento espiritual necessário.




O Êxodo, ilustração da vida cristã

Vamos descobrir como, neste livro, tudo nos fala da obra de Jesus Cristo em favor do crente. A oposição de Faraó, entravando a partida de Israel, ilustra a oposição do diabo, que sempre entrava a conversão e a marcha cristã. A imagem do sangue do cordeiro, colocado nas ombreiras das portas de cada uma das moradas israelitas, descreve claramente a eficácia da proteção do sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus, ante o julgamento.

A passagem do Mar Vermelho mostra claramente que a conversão é o ponto de partida em que Deus acaba com os hábitos do passado. A água viva, jorrando no deserto, prefigura a fonte refrigerante da comunhão com Cristo.

O maná, caindo cada manhã, lembra muito sugestivamente o alimento espiritual diário, recolhido na leitura da Bíblia. No combate de Israel contra Amaleque, podemos reconhecer a luta contra o diabo, nosso adversário, que nos espreita desde nossos primeiros passos na vida cristã.

Quanto à lei, dada por Deus no Sinai, ela pode prefigurar as sãs e equilibradas ordenanças que o Senhor comunica a Seus filhos no Novo Testamento, para regular sua vida e seu serviço para Ele.



O fim do livro, ou “a doutrina cristã edificada”

Observação semelhante pode ser feita sobre o assunto dos capítulos 25 a 40, principalmente consagrados ao tabernáculo, o templo portátil dos israelitas no deserto. Por que tanta precisão e tantas minúcias? Elas fazem sobressair a importância do assunto, mas será preciso o Novo Testamento para interpretar essa magnífica mensagem.


O tabernáculo é, com efeito, a imagem, a sombra das coisas celestes (Hebreus 8:5; 9:1-14). Todos os seus objetos materiais, fazendas coloridas, utensílios, ou o sacerdócio que devia aí se realizar, representam de maneira precisa os diversos aspectos da obra de Cristo, nosso Redentor e Sacerdote.


A mensagem das epístolas do Novo Testamento, expondo a doutrina cristã e a vida de santificação do crente, é como que pintada de antemão pelos elementos que constituem o tabernáculo. Ele é, pois, uma magnífica ilustração para expor a salvação e a marcha cristã.

No Amor de Cristo, Jesus


Equipe /
Universidade da Bíblia ®

terça-feira, 3 de março de 2015

segunda-feira, 2 de março de 2015

Você gostaria de fazer um curso de teologia?‏

Algumas pessoas sempre me perguntam se eu conheço e indico algum
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principalmente porque hoje em dia o tempo e o grana de todo mundo
anda bem curta, não é verdade?!

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Qual o Propósito da Arqueologia Bíblica?‏

A palavra arqueologia vem de duas palavras gregas, archaios e logos, que significam literalmente “um estudo das coisas antigas”. No entanto, o termo se aplica, hoje, ao estudo de materiais escavados pertencentes a eras anteriores. A arqueologia bíblica pode ser definida como um exame de artefatos antigos outrora perdidos e hoje recuperados e que se relacionam ao estudo das Escrituras e à caracterização da vida nos tempos bíblicos. A arqueologia é basicamente uma ciência. O conhecimento neste campo se obtém pela observação e estudo sistemáticos, e os fatos descobertos são avaliados e classificados num conjunto organizado de informações. A arqueologia é também uma ciência composta, pois busca auxílio em muitas outras ciências, tais como a química, a antropologia e a zoologia. Naturalmente, alguns objetos de investigação arqueológica (tais como obeliscos, tempos egípcios e o Partenon em Atenas) jamais foram “perdidos”, mas talvez algum conhecimento de sua forma e/ou propósito originais, bem como o significado de inscrições neles encontradas, tenha se perdido.



Funções da Arqueologia Bíblica

A arqueologia auxilia-nos a compreender a Bíblia. Ela revela como era a vida nos tempos bíblicos, o que passagens obscuras da Bíblia realmente significam, e como as narrativas históricas e os contextos bíblicos devem ser entendidos. A Arqueoloia também ajuda a confirmar a exatidão de textos bíblicos e o conteúdo das Escrituras. Ela tem mostrado a falsidade de algumas teorias de interpretação da Bíblia. Tem auxiliado a estabelecer a exatidão dos originais gregos e hebraicos e a demonstrar que o texto bíblico foi transmitido com um alto grau de exatidão. Tem confirmado também a exatidão de muitas passagens das Escrituras, como, por exemplo, afirmações sobre numerosos reis e toda a narrativa dos patriarcas. Não se deve ser dogmático, todavia, em declarações sobre as confirmações da arqueologia, pois ela também cria vários problemas para o estudante da Bíblia. Por exemplo: relatos recuperados na Babilônia e na Suméria descrevendo a criação e o dilúvio de modo notavelmente semelhante ao relato bíblico deixaram perplexos os eruditos bíblicos. Há ainda o problema de interpretar o relacionamento entre os textos recuperados em Ras Shamra (uma localidade na Síria) e o Código Mosaico. Pode-se, todavia, confiantemente crer que respostas a tais problemas virão com o tempo. Até o presente não houve um caso sequer em que a arqueologia tenha demonstrado definitiva e conclusivamente que a Bíblia estivesse errada!



Por Que Antigas Cidades e Civilizações Desapareceram

Sabemos que muitas civilizações e cidades antigas desapareceram como resultado do julgamento de Deus. A Bíblia está repleta de tais indicações. Algumas explicações naturais, todavia, também devem ser brevemente observadas. As cidades eram geralmente construídas em lugares de fácil defesa, onde houvesse boa quantidade de água e próximo a rotas comerciais importantes. Tais lugares eram extremamente raros no Oriente Médio antigo. Assim, se alguma catástrofe produzisse a destruição de uma cidade, a tendência era reconstruir na mesma localidade. Uma cidade podia ser amplamente destruída por um terremoto ou por uma invasão. Fome ou pestes podiam despovoar completamente uma cidade ou território. Nesta última circunstância, os habitantes poderiam concluir que os deuses haviam lançado sobre o local uma maldição, ficando assim temerosos de voltar. Os locais de cidades abandonadas reduziam-se rapidamente a ruínas. E quando os antigos habitantes voltavam, ou novos moradores chegavam à região, o hábito normal era simplesmente aplainar as ruínas e construir uma nova cidade. Formava-se, assim, pequenos morros ou taludes, chamados de tell, com muitas camadas superpostas de habitação. Às vezes, o suprimento de água se esgotava, rios mudavam de curso, vias comerciais eram redirecionadas ou os ventos da política sopravam noutra direção - o que resultava no permanente abandono de um local.



A Escavação de um Sítio Arqueológico

O arqueólogo bíblico pode ser dedicar à escavação de um sítio arqueológico por várias razões. Se o talude que ele for estudar reconhecidamente cobrir uma localidade bíblica, ele provavelmente procurará descobrir as camadas de ocupações relevantes à narrativa bíblica. Ele pode estar procurando uma cidade que se sabe ter existido mas ainda não foi positivamente identificada. Talvez procure resolver dúvidas relacionadas à proposta identificação de um sítio arqueológico. Possivelmente estará procurando informações concernentes a personagens ou fatos da história bíblica que ajudarão a esclarecer a narrativa bíblica. Uma vez que o escavador tenha escolhido o local de sua busca, e tenha feito os acordos necessários (incluindo permissões governamentais, financiamento, equipamento e pessoal), ele estará pronto para começar a operação. Uma exploração cuidadosa da superfície é normalmente realizada em primeiro lugar, visando saber o que for possível através de pedaços de cerâmica ou outros artefatos nela encontrados, verificar se certa configuração de solo denota a presença dos resto de alguma edificação, ou descobrir algo da história daquele local. Faz-se, sem seguida, uma mapa do contorno do talude e escolhe-se o setor (ou setores) a ser (em) escavado (s) durante uma sessão de escavações. Esses setores são geralmente divididos em subsetores de um metro quadrado para facilitar a rotulação das descobertas.



A Arqueologia e o Texto da Bíblia

Embora a maioria das pessoas pense em grandes monumentos e peças de museu e em grandes feitos de reis antigos quando se faz menção da arqueologia bíblica, cresce o conhecimento de que inscrições e manuscritos também têm uma importante contribuição ao estudo da Bíblia. Embora no passado a maior parte do trabalho arqueológico estivesse voltada para a história bíblica, hoje ela se volta crescentemente para o texto da Bíblia. O estudo intensivo de mais de 3.000 manuscritos do Novo Testamento (N.T.) grego, datados do segundo século da era cristão em diante, tem demonstrado que o N.T. foi notavelmente bem preservado em sua transmissão desde o terceiro século até agora. Nem uma doutrina foi pervertida. Westcott e Hort concluíram que apenas uma palavra em cada mil do N.T. em grego possui uma dúvida quanto à sua genuinidade. Uma coisa é provar que o texto do N.T. foi notavelmente preservado a partir do segundo e terceiro séculos; coisa bem diferente é demonstrar que os evangelhos, por exemplo, não evoluíram até sua forma presente ao longo dos primeiros séculos da era cristã, ou que Cristo não foi gradativamente divinizado pela lenda cristã. Na virada do século XX uma nova ciência surgiu e ajudou a provar que nem os Evangelhos e nem a visão cristã de Cristo sofreram evoluções até chegarem à sua forma atual. B. P. Grenfell e A. S. Hunt realizaram escavações no distrito de Fayun, no Egito (1896-1906), e descobriram grandes quantidades de papiros, dando início à ciência da papirologia. Os papiros, escritos numa espécie de papel grosseiro feito com as fibras de juncos do Egito, incluíam uma grande variedade de tópicos apresentados em várias línguas. O número de fragmentos de manuscritos que contêm porções do N.T. chega hoje a 77 papiros. Esses fragmentos ajudam a confirmar o texto feral encontrado nos manuscritos maiores, feitos de pergaminho, datados do quarto século em diante, ajudando assim a forma uma ponte mais confiável entre os manuscritos mais recentes e os originais.

O impacto da papirologia sobre os estudos bíblicos foi fenomenal. Muitos desses papiros datam dos primeiros três séculos da era cristã. Assim, é possível estabelecer o desenvolvimento da gramática nesse período, e, com base no argumento da gramática histórica, datar a composição dos livros do N.T. no primeiro século da era cristã. Na verdade, um fragmento do Evangelho de João encontrado no Egito pode ser paleograficamente datado de aproximadamente 125 AD! Descontado um certo tempo para o livro entrar em circulação, deve-se atribuir ao quarto Evangelho uma data próxima do fim do primeiro século - é exatamente isso que a tradição cristã conservadora tem atribuído a ele. Ninguém duvida que os outros três Evangelhos são um pouco anteriores ao de João. Se os livros do N.T. foram produzidos durante o primeiro século, foram escrito bem próximo dos eventos que registram e não houve tempo de ocorrer qualquer desenvolvimento evolutivo.

Todavia, a contribuição dessa massa de papiros de todo tipo não pára aí. Eles demonstram que o grego do N.T. não era um tipo de linguagem inventada pelos seus autores, como se pensava antes. Ao contrário, era, de modo geral, a língua do povo dos primeiros séculos da era cristã. Menos de 50 palavras em todo o N.T. foram cunhadas pelo apóstolos. Além disso, os papiros demonstraram que a gramática do N.T. grego era de boa qualidade, se julgada pelos padrões gramaticais do primeiro século, não pelos do período clássico da língua grega. Além do mais, os papiros gregos não-bíblicos ajudaram a esclarecer o significado de palavras bíblicas cujas compreensão ainda era duvidosa, e lançaram nova luz sobre outras que já eram bem entendidas.

Até recentemente, o manuscrito hebraico do Antigo Testamento (A.T.) de tamanho considerável mais antigo era datado aproximadamente do ano 900 da era cristã, e o A.T. completo era cerca de um século mais recente. Então, no outono de 1948, os mundos religioso e acadêmico foram sacudidos com o anúncio de que um antigo manuscrito de Isaías fora encontrado numa caverna próxima à extremidade noroeste do mar Morto. Desde então um total de 11 cavernas da região têm cedido ao mundo os seus tesouros de rolos e fragmentos. Dezenas de milhares de fragmentos de couro e alguns de papiro forma ali recuperado. Embora a maior parte do material seja extrabíblico, cerva de cem manuscritos (em sua maioria parciais) contêm porções das Escrituras. Até aqui, todos os livros do A.T., exceto Éster, estão representados nas descobertas. Como se poderia esperar, fragmentos dos livros mais freqüentemente citados no N.T. também são mais comuns em Qumran (o local das descobertas). Esses livros são Deuteronômio, Isaías e Salmos. Os rolos de livros bíblicos que ficaram melhor preservados e têm maior extensão são dois de Isaías, um de Salmos e um de Levítico.

O significado dos Manuscritos do Mar Morto é tremendo. Eles fizeram recuar em mais de mil anos a história do texto do A.T. (depois de muito debate, a data dos manuscritos de Qumran foi estabelecida como os primeiros séculos AC e AD). Eles oferecem abundante material crítico para pesquisa no A.T., comparável ao de que já dispunham há muito tempo os estudiosos do N.T. Além disso, os Manuscritos do Mar Morto oferecem um referencial mais adequado para o N.T., demonstrando, por exemplo, que o Evangelho de João foi escrito dentro de um contexto essencialmente judaico, e não grego, como era freqüentemente postulado pelos estudiosos. E ainda, ajudaram a confirma a exatidão do texto do A.T. A Septuaginta, comprovaram os Manuscritos do Mar Morto, é bem mais exata do que comumente se pensa. Por fim, os rolos de Qumran nos ofereceram novo material para auxiliar na determinação do sentido de certas palavras hebraicas.

No Amor de Cristo, Jesus - Equipe / Universidade da Bíblia ®


INTELIGÊNCIA ANALÍTICA DE E-COMMERCE‏

MARCIO CHLEBA / SÓCIO-FUNDADOR DA CHLEBA

Sete estratégias e mil motivos para participar.

Como melhorar o retorno das campanhas de links patrocinados? Como mensurar o lifetime value do investimento em mídia? Como diminuir a ruptura dos produtos mais desejados? Como o Data Mining auxilia a compreensão do comportamento do consumidor? As respostas para essas e outras perguntas você confere na palestra com Marcio Chleba, diretor geral da Agência Chleba. Participe e descubra as sete estratégias para melhorar o desempenho do e-commerce.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Precisamos analisar o ROI com base em pedidos aprovados.
Precisamos ter uma visão mais abrangente sobre as mídias que oferecem exposição da marca.
Podemos melhorar o desempenho das campanhas no Google integrando dinamicamente grupos de produtos disponíveis na loja.
Precisamos contabilizar o lifetime value na análise do retorno de investimento em mídia.
Podemos aumentar as vendas evitando a ruptura de produtos desejados pelos clientes.
Podemos compreender melhor o comportamento do consumidor com a utilização de Data Mining.
É importante estabelecer os indicadores para cada estratégia de comunicação.

Quantas cores você consegue ver?

por  | Dicas Práticas


25% das pessoas têm um 4° cone e conseguem ver as cores como são
Devido ao interesse provocado pela cor do vestido (azul e preto ou branco e dourado) e do modo como vemos, aqui vai algumas descobertas fascinantes sobre a visão:
As nuances das cores que nós vemos depende do número e da distribuição de cones (=receptores de cor) no nosso olho. Você pode chegar no arco-íris (ou na imagem abaixo) – quantas nuances de cores você consegue contar?
cores
Se você vê menos de 20 cores: você é dicromata, como os cachorros, o que significa que você tem 2 tipos de cones apenas. Você provavelmente gosta de vestir roupas pretas, beges e azuais. 25% da população é dicromata.
Se você vê entre 20 e 32 cores: você é tricromata, pois você tem  3 tipos de cones (você vê uma parte púpura/azul, verde e vermelha). Você vê diferentes cores e pode apreciá-las. 50% da população é tricromata.
Se você vê entre 33 e 39 cores: você é quadricromata, como as abelhas, e possui 4 tipos de cones (você vê púrpura/azul, verde, vermelho mais a área amarela). Você ficar irritado com o amarelo, então esta cor não vai estar em nenhum lugar do seu guarda-roupa. 25 % da população é quadricromata.
Se você vê mais do que 39 cores: sejamos francos! Você está inventando! Existem apenas 39 cores diferentes no teste e provavelmente apenas 35 são propriamente mostradas na sua tela :)
É provável que pessoas que tem o cone adicional, acabem não sendo confundidas pela diferença azul/preto ou branco/dourado como o vestido, não importa o pano de fundo sob o qual ele for colocado.
Texto original: Prof. Diana Derval

70 dicas para memorizar a Bíblia!‏

No Amor de Cristo, Jesus


Equipe/

Universidade da Bíblia ®

Saudações em Cristo!

Iniciamos o projeto de incentivo à memorização e estudo da Bíblia Sagrada , e muitos nos abordam falando que estão memorizando versículos e até livros inteiros.

Sim! Somos capazes de memorizar a Palavra de Deus. Queremos então trazer para vocês algumas dicas abençoadas para quem deseja navegar neste rio de Deus. São setenta super dicas, confira:



1. Compre uma Bíblia.
2. Leia a Palavra.
3. Leia muito mesmo.
4. Faça disso um estilo de vida.
5. Tenha muitas Bíblias.
6. Colecione Bíblias.
7. Escolha um texto que você gosta.
8. Não comece a memorizar genealogias.
9. Tem que ser algo fácil, útil e prazeroso.
10. Ouça a Palavra.
11. Ouça muito. No carro, em casa.
12. Ouça no trabalho, no computador.
13. Ouça ao dormir, ao acordar.
14. Ouça na cozinha, no ônibus, no avião.
15. Enfim, ouça a Bíblia, muito mesmo.
16. Estude a Palavra
17. Leia Versículos Diários
18. Leia Capitulos Diários
19. Tenha a Palavra sempre por perto, fica mais fácil.
20. Carregue a Bíblia para onde for.
21. Doe Bíblias
22. Escreva a Palavra.
23. Faça cartazes com versículos.
24. Escreva versículos em cartões.
25. Conte histórias da bíblia
26. Escreva um versículo em cada folha de caderno.
27. Coloque versículos na porta da geladeira.
28. Espalhe versículos pela sua casa.
29. Espalhe versículos no seu escritório.
30. Fale a Palavra.
31. Fale alto. Quando der, é claro.
32. Fale para as pessoas.
33. Não diga “alô”. Fale um versículo.
34. Cante a Palavra.
35. Transforme o versículo em canção.
36. Dramatize a Palavra.
37. Fale gesticulando.
38. Fale fazendo caras e bocas.
39. Ponha sua imaginação para funcionar.
40. Seja criativo.
41. Desenhe a Palavra.
42. Transforme o versículo em desenho.
43. Faça esquemas, diagramas, acrósticos.
44. Faça uma planilha de textos bíblicos.
45. Faça manutenção do que você memorizou.
46. Pense na Palavra.
47. Medite na Palavra.
48. Ensine a Palavra.
49. Explique pra você que você entendeu dela.
50. Faça associações criativas.
51. Associe versículos a endereços.
52. Associe versículos a pessoas.
53. Memorize versículos com as referências.
54. Estude livros de memorização.
55. Invista no Curso de Memorização da Bíblia.
56. Invista em Cds da Bíblia em Áudio.
57. Invista nisto.
58. Ensine aos seus filhos a Palavra.
59. Cante versículos com eles.
60. Compre jogos bíblicos.
61. Jogue com seus amigos
62. Torne a Palavra prioridade máxima.
63. Seja disciplinado com ela.
64. Todo dia. Toda hora. A cada minuto.
65. Palavra. Palavra. Palavra.
66. Divirta-se com ela.
67. Faça dela o seu maior prazer.
68. Coma a Palavra. Saboreie a Palavra
69. Viva a Palavra
70. Faça tudo isso, para não pecar, para acertar o alvo, para ser mais parecido com Jesus.

Leia! Pratique!